domingo, 6 de dezembro de 2015

Transição



Desacreditei no amor. Era só o que faltava para fechar tristemente o 2015. 
Hoje não sei se existem homens. Só meninos! Farei esta comparação, sim.
Incrivelmente nesse caso não vejo motivos para orgulho. Nem amor próprio.
O que fica é a mesma imagem do profissional - a do pessoal. Um brincalhão.
Gosta tanto de brincar, que brinca com o sentimento alheio. 
O que não fui capaz de dizer, é que isso doeu. E não precisava ser assim.
Respeito as pessoas e espero ser respeitada. Coisa de reciprocidade.
Eu não gosto de acabar ciclos com "brigas". Mas a ferida é tanta que foi necessário romper.
Vou voltar para o meu B-612 e ficar por lá um tempo. Pensar, refletir...
Eu espero e sempre acredito que Deus nos tira algo, para trazer algo melhor.
Resta-me seguir. É só mais uma cicatriz, mas a ferida já já passa. Não desejo mal a ninguém!
Tudo tem seu tempo. E sei que o mundo dá voltas. E a felicidade me espera em algum lugar.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

SEGUE O FLUXO

Acho que tem uma série de sentimentos (bons ou ruins) que sentimos e não conseguimos nomeá-los. Dentre os que reconheço e andei sentindo nos últimos dias: preocupação; angústia; limitação. Vontade de querer ajudar e não poder. Sensação de querer abraçar e fugirem do seu abraço. Impotência. Fiz o que pude; fiz o que nunca me imaginei fazendo. Me vi embarcando sozinha num avião para uma viagem "incerta". Eu nunca deixaria um amigo na mão. Não me arrependo de absolutamente nada. Mas teria sido tudo em vão? Teria eu não conseguido plantar uma boa sementinha? Teria os anos não consolidado como eu imaginei? Por que as pessoas brigam por bobagem? A vida é tão curta. Ou melhor, brigam sem razão. Preferem deixar o mal entendido. Sobra orgulho de um lado, do outro e a vida segue assim. Será? Já deixei meu orgulho de lado algumas vezes para tentar resolver algo. Mesmo estando certa. Já deixei o orgulho de lado mesmo estando errada. (Esse dói mais - reconhecer o erro). Mas mesmo estando certa ou errada, se faz de tudo e nada resolve - não quero pensar. Não quero acreditar que será o caso. Dou tanto valor às minhas amizades que vou apenas aprendendo a viver no jeito e estilo de cada uma. Tem uma escritora que adoro (Clarissa Corrêa) que vive falando: " se doeu, tem que falar".
Será se vale a pena falar?
Minha sinceridade espanta pessoas. Ainda não aprendi a controlar isso.
Falar na lata. Impulso ariano.
Mas quando se há um mal entendido e não se tem a oportunidade de ser ouvido...
Ahhhhh...segue o fluxo.
Pode durar dias, meses, anos...
mas as coisas podem voltar ao normal. Ou quase.
Segue também as minhas férias. Tudo indo.

N.R

domingo, 2 de agosto de 2015

Resiliência...

Sempre vejo alguém postando essa palavrinha solta por aí, em alguma rede social. A primeira vez que vi, faz bastante tempo e não sabia o que era. Procurei o significado e nunca mais esqueci. Para quem não sabe:
  1. Resiliência:
  2. 1. fís propriedade que alguns corpos apresentam de retornar à forma original após terem sido submetidos a uma deformação elástica.
  3. 2.
    fig. capacidade de se recobrar facilmente ou se adaptar à má sorte ou às mudanças.
  4. "Capacidade de o indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos..."

E agora me vi precisando dessa tal "resiliência". Precisando superar; precisando entender que o que passou, passou. E que quem quer, corre atrás e não arruma desculpas. Que uma andorinha só, não faz verão. Ninguém constrói sozinho. Que o mundo tá virado por falta de amor. Talvez o amor exista; aliás, claro que existe. Mas as pessoas pouco se manifestam por desacreditar, por medo de se machucar. Já dizia a música do Jorge Vercillo: "As pessoas tem medo de se abrir, e acabarem se machucando..."

Me sinto mal quando faço algo por alguém, por bem, pelo bem e a pessoa acha que vou cobrar ou não entende o porquê de fazer isso sem pedir nada em troca. Claro, a reciprocidade é algo muito importante também. Mas quando a gente quer fazer o bem mesmo, não se deve pedir nada em troca. Mas entra a história do bonzinho. Entra a história de apegar-se a alguém, querer sempre ajudar, estar perto, ficar amiga. Aí incrivelmente o bem faz mal. E por experiência própria. A pessoa sabe que você sempre estará ali. E perde o teu valor. E como deixar de fazer o bem? Tão complicado. Mas a vida sempre segue. Não posso cobrar de ninguém. Ninguém pode cobrar de você, de mim. A amizade, o amor, ou qualquer tipo de relacionamento é construído. E ninguém constrói sozinho. Quando um não quer, dois não brigam. Então o bonzinho se fode, sim.

Talvez tenha me lascado na hora certa. Vem aí -férias! Viagem sozinha; bom pra refletir, bom para pensar em mim, no futuro, fazer novos planos, traçar novas vetas e que seja o que Deus quiser. A vontade Dele prevalece!

Resiliência...


quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

E.A puta que pariu!

Como diria a Vanessa da Mata:
"Como pode ser, gostar de alguém e esse tal alguém não ser seu?"
Pode sim, Vanessa. Como sempre, na vida, nada é como a gente quer. E o nosso coraçãozinho tende a pirraçar e adora levar umas pancadas.
Aliás, dizia o "Tomate" também: "a vida é muito curta e o tempo vai passando. Coração não bate, só tá apanhando". É, acontece.
Não sou de desistir de nada, mas posso me livrar (ou tentar) de tudo que me faça sofrer. E se é assim, ninguém é obrigado. E é tanta coisa envolvida, tantas ligações, que fica difícil saber por onde começar o que não começou, mas já terminar. Antes que os dois lados sofram. Um, já é o suficiente.
E pra fechar, a frase do Levi Lima: "Tudo na vida tem o seu princípio e fim".



>>Nayara de la Rocha

domingo, 11 de janeiro de 2015

Segue o som

Acho que preciso ter uma conversa séria com a Marisa Monte. Ela faz umas músicas (ou grava), que relatam muito minha vida. Como ela está sabendo desses meus momentos? haha Me abraça, Marisa. Tô chorando =( E essa beleza de voz?
Estou num momento Marisa, mas somos cheios de talentos e boas e belas vozes. A senhorita Luíza Possi é outra que entende e canta minha vida. Não pode sair do carro.
Talvez esta seja a realização de um artista. Cantar e encantar. Saber que alguém se identifica; que a emoção é transmitida. Se depender de mim, elas podem se sentir mega realizadas.
Não posso deixar de citar Vanessa da Mata também. Pô, tem uma galera que faz música de e com qualidade.
Mas hoje meu playlist é: Marisa, Lulu Possi (sim, já me acho íntima - pois tá sempre presente aqui); Ana Carolina, Vanessa da Mata e Tiê.
E como diria Vanessinha.... Segue o som.
Aliás, segue a vida. A vida sempre segue!

>>Nayara de la Rocha

sábado, 10 de janeiro de 2015

Ano novo. Vida nova?

23h47 de uma noite de sexta-feira. Enquanto amigos estão por aí topando seu chopp, cá estou eu, tomando um chá, num puta calor.
Sobrevivi ao fim de ano e reclamando menos. Já falei aqui que Natal e dezembro não são coisas que gosto muito. Mas passou tudo isso, a vida seguiu, e aí pronto.
Começou tudo errado. A virada! Algumas coisas eram pra ser, mas nada foi. Mas ciclos fecham. Pessoas vão e vem. Difícil é aceitar a perda. (Vale para vida ou morte).
Descobri que até eu estou me perdendo. Descobri também que estou ganhando outras coisas. Na verdade isso só o tempo vai dizer. Mas o que bate mesmo é uma vontade de pegar as coisas e sumir por uns tempos, sabe? Refletir, pensar na vida, conhecer pessoas, novas culturas, costumes..Sair sozinha por aí.
Estou começando aceitar que talvez eu seja uma pessoa ciumenta. Nunca fui! Talvez porque nunca foi tão verdadeiro. Por outro lado, a vida se encarrega de dificultar tudo. Para mim, o que tiver que ser, sempre será. No que for. Só preciso de saúde. Dois mil e catorze foi um ano maravilhoso; de plantar muito. Comecei a colher, mas que a produção aumente neste novo ano, que nunca acabe os sonhos, os desejos, os amores, os amigos...
E que Deus me dê muita paciência e sabedoria. E paz para esse mundão que tá precisando.


>>Nayara de la Rocha
(O delay desse post se deve ao fato de: dormi e esqueci de postar)