Desacreditei no amor. Era só o que faltava para fechar tristemente o 2015.
Hoje não sei se existem homens. Só meninos! Farei esta comparação, sim.
Incrivelmente nesse caso não vejo motivos para orgulho. Nem amor próprio.
O que fica é a mesma imagem do profissional - a do pessoal. Um brincalhão.
Gosta tanto de brincar, que brinca com o sentimento alheio.
O que não fui capaz de dizer, é que isso doeu. E não precisava ser assim.
Respeito as pessoas e espero ser respeitada. Coisa de reciprocidade.
Eu não gosto de acabar ciclos com "brigas". Mas a ferida é tanta que foi necessário romper.
Vou voltar para o meu B-612 e ficar por lá um tempo. Pensar, refletir...
Eu espero e sempre acredito que Deus nos tira algo, para trazer algo melhor.
Resta-me seguir. É só mais uma cicatriz, mas a ferida já já passa. Não desejo mal a ninguém!
Tudo tem seu tempo. E sei que o mundo dá voltas. E a felicidade me espera em algum lugar.
