Acho que tem uma série de sentimentos (bons ou ruins) que sentimos e não conseguimos nomeá-los. Dentre os que reconheço e andei sentindo nos últimos dias: preocupação; angústia; limitação. Vontade de querer ajudar e não poder. Sensação de querer abraçar e fugirem do seu abraço. Impotência. Fiz o que pude; fiz o que nunca me imaginei fazendo. Me vi embarcando sozinha num avião para uma viagem "incerta". Eu nunca deixaria um amigo na mão. Não me arrependo de absolutamente nada. Mas teria sido tudo em vão? Teria eu não conseguido plantar uma boa sementinha? Teria os anos não consolidado como eu imaginei? Por que as pessoas brigam por bobagem? A vida é tão curta. Ou melhor, brigam sem razão. Preferem deixar o mal entendido. Sobra orgulho de um lado, do outro e a vida segue assim. Será? Já deixei meu orgulho de lado algumas vezes para tentar resolver algo. Mesmo estando certa. Já deixei o orgulho de lado mesmo estando errada. (Esse dói mais - reconhecer o erro). Mas mesmo estando certa ou errada, se faz de tudo e nada resolve - não quero pensar. Não quero acreditar que será o caso. Dou tanto valor às minhas amizades que vou apenas aprendendo a viver no jeito e estilo de cada uma. Tem uma escritora que adoro (Clarissa Corrêa) que vive falando: " se doeu, tem que falar".
Será se vale a pena falar?
Minha sinceridade espanta pessoas. Ainda não aprendi a controlar isso.
Falar na lata. Impulso ariano.
Mas quando se há um mal entendido e não se tem a oportunidade de ser ouvido...
Ahhhhh...segue o fluxo.
Pode durar dias, meses, anos...
mas as coisas podem voltar ao normal. Ou quase.
Segue também as minhas férias. Tudo indo.
N.R